O silêncio de Aguinaldo sobre aliança com o União fala muito

O que pensa o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, líder do Progressistas na Paraíba, sobre a formação da federação partidária com o União Brasil? O parlamentar, por ora, tem se mantido em silêncio.

Enquanto isso, o senador Efraim Filho já fala sobre quem deve comandar o grupo. No início, sugeriu que ficaria com ele. Depois, falou em “comando compartilhado”. Agora, diz que o PP tem que deixar a base do governador João Azevêdo (PSB).

Por ora, nenhuma das opções estão em análise ou podem ser dadas como certas.

Também, de nada adianta se o União Brasil, nacionalmente, ainda não oficializou a aliança que deve durar quatro anos. A questão está justamente nos diretórios estaduais. Ninguém quer ceder, ou melhor, perder o comando já que teremos eleições no próximo ano.

Efraim chegou a citar que a união dos dois partidos na Paraíba geraria uma nova força. É fato. Mas, os dois lados abririam mão de onde estão? PP hoje é governo e, o União, oposição.

Aguinaldo tem uma carta estratégica na manga: o vice-governador Lucas Ribeiro, que pode ou não disputar a reeleição em 2026. Direito, ele tem. Depende só da decisão do grupo. E, mesmo em caso de a federação sair do papel, o Progressistas estaria na frente.

E mais: se a informação de que Arthur Lira seria o primeiro a comandar a federação, for confirmada, Aguinaldo estaria rindo à toa. Estão mais que sintonizados.

Deve ser por isso que o deputado tem se dado ao luxo de não ser açodado.

Publicado há 13 meses

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